O Sorriso Da Fênix

No dia dezenove de maio, Brian O’Driscoll e levantava tua terceira Heineken Cup, depois de ter sido em dúvida pra final durante muitos dias. Muitos neste instante saberão o que vou expor. Sim, em efeito, esta história não começa em 19 de maio de 2012, não. Esta história começa há muito tempo atrás. Poderia remontarme o subúrbio à beira-mar de Clontarf, onde em 21 de janeiro de 1979, nasceu um anão irlandês que, definitivamente, olhou pra Frank e Geraldine O’Driscoll e com um sorriso maroto no território do clássico choro de rapaz.

O pirralho que jogava futebol gaélico, alheio ao que o destino lhe tinha reservado um casamento com o oval. Ou quem sabe a 1996, onde o jovem Brian é relegado ao banco de reservas de um Blackrock College que ganharia a Senior Cup desse mesmo ano, com Leo Cullen e Bob Cassey em o quinze inicial. Parece que aquele pequeno e indescritível sul não dava o grau pra isso, você Talvez queira remontarme entretanto, o mágico 1999, no momento em que fez com que o clube passaria uma existência inteira, Leinster, e bem como o ano em que se guardasse, na primeira vez, um trevo de quatro folhas no bolso. Ou a 2003, no momento em que tornou-se um dos capitães mais adolescentes da história da Irlanda.

Mas não o irei fazer. Vou começar esta história, em 2008. O farei com uma seleção irlandesa completamente descarrilada e dividida. Com um Declan Kidney que em seu primeiro ano à frente do ‘XV do Trevo’ de imediato estava com a navalha no pescoço.

Brian O’Driscoll ao longo da passada fim da Heineken Cup diante de Ulster. E como em todas as histórias, ou melhor, como nas boas histórias, os atores secundários sempre têm uma importância transcendental para o futuro do herói, e, nessa ocasião, este papel coube ao jovem zagueiro Rob Kearney. É engraçado como tem êxito a vida dos que sonham despertos. Em um instante, os sonhos estão distanciado, muito retirado.

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Eram Natal de 2008. Ainda não tinha chegado 2009 e vários de imediato queriam que acabasse. O local nas concentrações irlandesas era cada vez mais turvo, devido a uma divisão Leinster contra Munster, que cada vez estava mais ao grupo. Um novato Rob Kearney, durante um ‘meetin’g de equipe tomou uma decisão arriscada.

Alguém tinha que quebrar o ‘status quo’. Mas, o que é o que lhe diferencia Brian O’Driscoll e do resto? É óbvio que existe vasto talento. Pernas rápidas. Cabeça privilegiada. Picardia. Mas naquele VI Nações de 2009, Brian O’Driscoll se ilustrou em toda a tua grandeza, como nunca havíamos visto.

Não houve coelhos tirados da cartola, como antigamente. Não houve magia e jogadas impossíveis. Naquele VI Nações se viu um ’13’, no plano capitão, a alma de um pc, o sorriso do sofrimento puro. Brian ensaiou em todos os jogos.

Dois de seus ensaios, contra a Inglaterra e do país de Gales, definitivamente decisivos, e ambos de ofício puro e duro, ‘pick and go” de atacante. E na defesa, Brian teve carta de liberdade para sair de linha para o teu amo e desse modo bater de surpresa os ’10’ e ’12’ do time adversário. Em outras mãos tua carta de independência poderia ter sentido de uma arriscada aposta, um buraco na defesa. Nas mãos de BOD, e acima de tudo em seus ombros, foi uma arma mortal e uma garantia de campeã rígido, de jogo. Kidney. “O que eu vi foi uma experiência inata de liderança. Eu a toda a hora acreditei que os líderes aparecem diante de ti, não tens que escolher. Vi maturidade, um jogador que sempre compreendeu o rugby em todos os seus estilos”.