O PSOE Deve Manter A Sua Não A Rajoy

Há quase 10 meses, o Comitê Federal do PSOE aprovou, por unanimidade, uma resolução sobre a localização do partido diante das negociações pra geração de um novo Governo. Nada disso ocorreu. Antes, pelo oposto, assistimos a novos exemplos pra infâmia sem a necessidade de voltar muito atrás no tempo. Em segundo recinto, justificamos a nossa recusa em investir Rajoy e o PP, o trato a que havíamos chegado com os nossos eleitores.

aqueles Que votaram em nós, em dezembro, e, especialmente, aqueles que o fizeram em junho, o fizeram por causa de a nossa mensagem foi claro e inequívoco: queríamos alterar as políticas do PP e dar um novo futuro pro nosso país, desde a social-democracia. Provavelmente pelo caminho perdemos alguns votos que, diante de nossa promessa de fornecer um Governo do PP, resolveram por apoiar novas opções. O caso é que os oitenta e cinco deputados se forjaram a base de milhões de votos que creram pela frase dada neste jogo. E a expressão de este partido não apenas deve ser um contrato com os cidadãos, todavia um elo inquebrável de confiança com eles.

Manter o não ao PP nos permite fazer honra a essa palavra, cumprir este trato e acatar essa convicção. Em terceiro lugar, decidimos votar não a Rajoy para poder continuar a ser cobrados pelos cidadãos como inverso ao PP e não perder a situação de alternativa que levamos representando os últimos quarenta anos.

  • Programação em Java
  • Miguel A. Herguedas
  • Dar aos pais mais tempo para ir com seus filhos, e de tomar conta dos idosos
  • 1 Chefia do Estado e do Governo 1.Um Janeiro

O que fizemos pra poder articular uma oposição firme e credível no Congresso, para que não nos tornemos reféns do Partido Popular e não ceder à chantagem incessante ao que nos teriam submetido durante toda a legislatura. Susana Sumelzo é deputada no Congresso por Zaragoza e ex-secretária de Administração Pública do Executivo Federal do PSOE.

Ainda não há um ponto de encontro. Em dezoito de julho Sánchez diz que o “principal obstáculo” pra coligação é Igrejas e em La Rioja, com o descontentamento dos líderes Podemos, uma deputada, a morada impede a investidura do socialista Concha Andreu. É complicada a ocorrência por momentos. Há desconfiança entre os dois líderes e ficam muito afastado o abraço da moção ou o acordo dos orçamentos de outubro, que este ano ficaram em papel molhado. No dia seguinte UP rejeita o veto desde a primeira hora da manhã e indica para setembro em inúmeras entrevistas.

A geração volta a doar-se tempo pra que o PSOE recapacite e lamenta que Sánchez acusara de Igrejas e de não proteger a democracia. Nesse assunto, o líder roxo adverte Sánchez que, se a Espanha volta a votar em novembro, “nunca será presidente”, numa entrevista com o jornal 20 Minutos. O PSOE salienta que outros dirigentes como Irene Montero poderiam entrar no Executivo, porém que mantém o veto ao líder. À tarde, em um rumo impensado, o secretário-geral Podemos tomar a responsabilidade do bloqueio e aceita o veto à transformação do que os outros participantes que entrarem no Executivo dos decida a tua formação.

O PSOE não acolhe bem as suas intenções, e garante que será o presidente em funções que possibilidade a seus ministros, todavia abre o trajeto para as negociações. Faltam 3 dias para o arranque do debate de investidura. Quatro até a primeira votação, 6, até a segunda.

Inicia uma negociação integral que acabou no paredão. As negociações não serão fáceis e topam uma e de novo com os recifes do elenco ministerial. A oferta do PSOE é insuficiente pra UP. Começa a primeira sessão do debate de investidura sem que se tenha fechado um acordo na reunião prévia que mantêm Echenique e Calvo.

O discurso de Pedro Sánchez, quase sem menção a Catalunha e a seus parceiros, UP, não satisfeita. No Congresso há elefantes que o PSOE óbvia. Casado dirá quinta-feira que continuavam lá. O mundo todo os avenida. À tarde, no turno da réplica Igrejas carga contra a estratégia negocial de Sánchez e há um bronco e duro intercâmbio entre o candidato e o líder roxo.