Seul, Amesterdão… E Nesta ocasião Barcelona

�Por que os serviços de automóveis compartilhados são ilegais em Portugal? Faz tempo que o consumo colaborativo se perfila como uma das tendências com superior projecção em Portugal. Com o incessante desenvolvimento da tecnologia conectado à circunstância económica, ficou, nos últimos anos, em um trampolim perfeito para um novo modelo produtivo que parece ter chegado pra ficar. Expor de consumo colaborativo é comentar de empresas como Uber, Airbnb ou BlaBlaCar.

São, sem sombra de dúvida, as mais mediáticas, embora não as únicas, em um novo ecossistema em que cada vez mais empreendedores buscam o seu caminho para o sucesso com uma conexão a internet como único requisito. A capital dos Países Baixos foi recentemente nomeada primeira cidade colaborativa da Europa. O porquê não é outro que o empenho do governo no despontar desse novo paradigma produtivo, colocando em prática, pra essa finalidade, não poucas iniciativas pra fazer do consumo colaborativo toda uma realidade para os cidadãos.

“A ideia é transformar em Amesterdão uma cidade de vanguarda e utilizar as probabilidades que oferece esta nova modalidade econômica nas áreas de sustentabilidade e coesão social”, ponderou na semana passada Harmen van Sprang, co-fundador da iniciativa social SharingNL. Em que ponto se descobre Portugal?

Albert Cañigueral, especialista em consumo colaborativo e fundador do website de mesmo nome, conta a ABC que, se bem é correto que Amesterdão leva tempo trabalhando por esse paradigma, “a cidade pioneira na economia colaborativa é, deixe-me dizer, Seul”. No nosso estado, se há uma localidade que se destaca desse significado é Barcelona.

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“Não desejamos discursar que a Espanha tenha ficado para trás em termos de consumo colaborativo”, ressalta Cañigueral. Efetivamente, um artigo publicado recentemente pela plataforma destaca os pontos fortes que executam de Barcelona a cidade colaborativa por excelência. Entre eles, a publicação destaca o caso de ‘Bicing’, “pouco tempo atrás considerado pelo ‘Transportations and Development Policy (ITDP)’ como o mais incrível programa de bicicleta compartilhada do mundo”. “Há de imediato qualquer tempo —continua o especialista consultado pelo ABC— que começamos a comentar de economia colaborativa em Barcelona.

No momento em que avançamos neste sentido, pois que o parlamento catalão imediatamente tiver iniciado uma comissão de estudo pra tomar decisões a respeito de. O progresso por esse significado, é evidente”. Botar em prática um sistema baseado no consumo colaborativo não é acessível. O incômodo do setor hoteleiro com plataformas como o Airbnb é evidente, pra não comentar das constantes disputas entre Uber e os motoristas de táxi.