Mais De 26.000 Mortos Às Portas Do Muro Da Europa

Dois navios comerciais e um navio da guarda costeira italiana resgata a sexta-feira, perto da costa da Líbia, a por volta de 700 imigrantes que tentavam cruzar a Europa a bordo de barcos precários. No sábado, foram recolhidos outros 600, entre eles imensas mulheres grávidas, que viajavam em 6 embarcações semelhantes.

Este mesmo domingo, os serviços de resgate localizaram uma dezena de embarcações mais (barcos pneumáticos), com mais de 2.Cem imigrantes a bordo. Os resgatados foram levados para a ilha italiana de Lampedusa, onde desembarcaram com os rostos ainda tiritando com o frio, contudo, teoricamente em boas condições de saúde. O Alto Comissariado das Nações Unidas pros Refugiados (ACNUR) proporciona que ao menos 218.000 imigrantes e refugiados cruzaram o Mediterrâneo de barco no ano passado.

deles, cerca de 3.500 morreram na travessia. Entre dois mil e 2013, mais de 23.000 pessoas perderam a existência no tempo em que tentavam obter o velho continente, o que representa uma média de mais de 1.700 casos documentados cada ano. No total, por volta de 26.000 falecidos em 14 anos.

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Os números reais, em cada caso, não se conhecerão nunca, pelo motivo de diversos corpos dos engolir o mar. Não cabe indecisão, depois de os acontecimentos dessa semana, que a Operação Tritão europeia é uma substituta infelizmente inadequada da italiana Mare Nostrum”, alegou. “O assunto tem que estar em salvar vidas. Sabíamos que nos arriesgábamos, que cabia a expectativa de morrer.

O contrabandista arranjou-nos recolhessem e nos levaram para a praia de Zuwara a minha família e a mim. Havia por volta de trezentos sírios no grupo e em torno de 500 africanos de numerosas nacionalidades. Os líbios envolvidos na operação chegavam à praia diariamente com armas de fogo e nos aterrorizavam. Vi como colavam alguns africanos e alguns até mesmo os mataram a golpes com pedaços de madeira e ferro. Finalmente,- continua Ele-, homens armados levaram a todos mais perto da costa, onde a esperavam por volta de botes infláveis. Quando nos levaram a minha família e a mim ao barco superior, nós esperávamos que fosse maior, já que éramos muitos.

Logo nos sentimos inquietos por viagem. Havia muita gente no barco. O capitão era um dos passageiros africanos e não era um capitão de verdade. Fizeram-Nos confiar que tardaríamos umas 6 ou 7 horas pra surgir, mas ao meio-dia do domingo ainda não havíamos chegado. Fretar barcos-sucata, enchê-los de centenas de desesperados aviso cobrança de centenas de milhares de euros e abandoná-los à tua sorte em alto-mar é um lucrativo negócio.