Apple Se Ri Android Em Sua Nova Campanha Para ‘Furtar’ Clientes Para O Google

A última campanha publicitária da Apple não vende nada. Bom, ou você vende tudo, dependendo como se veja. Vende o iPhone, não um padrão em peculiar, entretanto o iPhone em geral, como um ente superior. Superior ao Android, efetivamente. E não poupa no dardos para seu concorrente. A gigante de Cupertino foi renovado nesta semana seu web Switch from Android to Iphone. A mensagem é claro: o iPhone é muito rapidamente, mais seguro, há melhores fotos, soa melhor e, além do mais, é muito simples doar o salto pro iOs. Mas para que se chegue a usar este aplicativo de mover-se, primeiro você precisa convencê-lo.

E refletindo com minha esposa, dei-me conta de que, no fundo, o que a mim me interessava”, em meu egoísmo, era o que meus neurônios estavam decidindo: que tínhamos que preservar nossos genes. É viável que não sejamos outra coisa que bonecos de nossos neurônios.

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, E que todas as nossas decisões são item de nossa maquinaria cerebral. E a nossa consciência não é mais do que um produto emergente que é muito custoso de se achar em um local específico, porque é objeto da atividade de nossos neurônios.

Esse é um tema que me interessa muito. Há um ano eu organizei um simpósio na Escola Nacional de México, com personalidades de imensas áreas, pra falar se as nossas ações estão certas ou se a gente tem livre arbítrio. A conclusão a que chegamos foi muito sensacional: Os físicos e matemáticos, em sua maioria, dirão que está tudo correto.

A maioria dos biólogos pensamos que há uma certa autonomia. Entretanto, há uma experiência muito agradável de Benjamin Libet, em que registrava a atividade cerebral de sujeitos aos quais pedia que fizessem um movimento quando quisessem, e durante o tempo que Libet registrava a atividade cerebral.

E descobriu que, antes de que os sujeitos passassem a mover o dedo, sse o restante seus neurônios. E ao ver de perto esse efeito, perguntou-lhes no momento em que perceberam que queriam fazer este movimento. Se isso fosse verdade, quer dizer que nós não temos livre arbítrio.

porém, existe a escolha de que tenhamos uma faixa de tempo muito curto, onde podemos julgar este desejo, essa intencionalidade e deixá-la ir, bloqueá-lo, vetarla ou modularla. Talvez os assassinos tenham muito mais curto este tempo e não podem revogar a realização da ação. Se existe o livre arbítrio, teríamos uma faixa de tempo muito curta pra modular as nossas ações e decisões.

Então, a frase de Cajal, pai da neurociência moderna, que diz que um homem podes, se propõe, esculpir seu respectivo cérebro, como é claro, pelo motivo de, no fundo, uma vez que eu tomei uma decisão recebo um feedback externo que vai moldando minhas ações. Realmente, diz-se que só se aprende com os erros, e não de reforços positivos, ou sucessos. Se Nadal não se treinar, por mais talentos que tenha, não seria o campeão que é sem demora. Se don Santiago Ramón y Cajal não tivesse passado horas e horas ao microscópio analisando as demonstrações de tecido, que preparava, nunca tivesse podido ser o enorme neurobiologista português, talvez o maior de todos.

E se fez a si mesmo, com muito poucos recursos. Quando pegamos um livro para lê-lo, a título de exemplo, é uma opção pessoal, uma disciplina para sentar-se e lê-lo. Toda ação tem um custo, com um reforço positivo ou negativo. E estas duas coisas muito elementares, binárias, qualquer um vai esculpindo o seu cérebro, fazendo-se a si mesmo o que você acha que deseja ser. Pertence o colégio Nacional de México, o