Apontamentos Sobre ‘a Política LGBT’ E A Vontade Do Estado

Este postagem reflexionaré a respeito de os territórios morais que criam as políticas, governamentais, dos movimentos sociais e da existência cotidiana, a respeito os corpos que pretende o Estado ou que reclamam ser desejados por ele. O argumento sobre isto a vontade do Estado tem como horizonte uma idéia de Judith Butler (2004) a propósito do ‘parentesco gay’.

Para dar início esta reflexão deve esclarecer muito em breve novas das categorias utilizadas, bem como fazer novas salvedades. Escolho a categoria “experiências trans’3 de modo provisória, consciente de que existem outras categorias possíveis, que circulam tanto no local acadêmico como nos espaços ativistas e institucionais. Todos os possíveis heteronombramientos (mesmo os autonombramientos) e as delimitações áreas da psicologia são insuficientes; envolvem a todo o momento cuidados e devem estar sujeitas a debate.

O subgênero ‘trans’ tem sido equipamento de diversas avaliações, inclusive de ativistas transgeneristas, travestis e transexuais, por tua inexistência de exatidão, especificidade e teu reducionismo. Contudo, a tomar em empréstimo para declarar-me a esta experiência, em característico, podes assumir diferentes pontos de desenvolvimento, de saída e de chegada.

Em relação com o que eu chamo de ‘política LGBT’ e ‘gay’ também preciso fazer algumas precisões. Entendo que pode ser penoso entender ‘gay’ como qualquer coisa unidimensional, monolítico e sem fissuras, porém o que fazemos com essas nomeações é recorrer a uma estratégia retórica pra fazer um contraste analítico.

Este emprego retórico busca destacar o caráter conflitivo nesse campo político, e assinalar a existência de hierarquias internas e competências de representação em que os ‘gays’ têm ocupado uma maior visibilidade, e bem como alguns proveitos. Por outra quota, o que chamo aqui de ‘política LGBT’, é um empenho curioso, mesmo insatisfatória, de consolidação de uma agenda política que procurou reunir em tão alto grau reivindicações sexuais, como de gênero. Experiências trans’ como uma divisa moral. Nesse ensaio, Rubin (1989) coloca dois esquemas sobre como se constroem hierarquias morais em torno do sexo.

  1. Cap. I: Viver pela ‘Bundespaña’ Cap. II: Carvajal
  2. três de 31, 7, e 1 de pares de companheiro, 8. Com 2, 10
  3. Zapata, a cineasta. T. (antes do Twitter)
  4. cinco maneiras de dividir arquivos PDF – wikiHow
  5. vinte e três de abril-EUA, Jawed Karim suba o primeiro video do YouTube
  6. 13 Não faz falta relatar que a canção termina com a tua entrada pro convento
  7. 2003: Voltar para mim
  8. 30 – Super High Me ” (2007) Michael Blieden

Em um deles se mostra a medula do sexo bom e sagrado: heterossexual, monogâmico, em casamento, procriação, não comercial, em casal, numa conexão entre participantes de uma mesma formação, em privado, só com corpos, sem pornografia, “baunilha” (suave). Esse coração sagrado do sexo é cercado de margens (que permitem a vida da norma, no sentido derridiano -outsider-, assim como divulgado nos trabalhos de Foucault e Butler).

O evento aderiram por volta de trezentos pessoas. É claro, pelo desenvolvimento da polémica, que não era uma posição maioritária dos ativistas do setor LGBT, e tampouco o era a Mesa LGBT de Bogotá, que organiza esse evento.

Bem pode retratar a subsistência de divergências quanto à representação política do setor e o feitio desta marcha, no entanto não é este o estilo que mais me interessa. 14 da Aids, a promiscuidade e depravação.15 Esse distanciamento desejamos entendê-lo como um exercício de territorialização dos significados de ‘gay’, que ocorre no espaço simbólico, no entanto bem como no físico, como explicarei mais adiante.

Esse jeito de imaginar é bem recolhido numa das frases do referido grupo no Facebook: “a cada um o tratam como o vêem”. Com efeito, os sujeitos sexuais minorizados e os sujeitos dissidentes do gênero precisamos aprensentar superioridade moral para ter direitos, carecemos ser melhores pra serem idênticos: melhores pais e mães, melhores companheiros e companheiras, melhores cidadãos. As travestis que se prostituem, deixe-me dizer, realizam cota dessa ‘ralé sexual’, que pretende elaborar este modo de pensar.