“O Câncer Te Fornece Uma Potência Imenso, Em razão de Você Perde O Horror Da Morte”

Não pense que é descomplicado de definir, Albert Espinosa, todavia deixem-me que o tentar: militante da vida, engenheiro da arte. Sofreu, entre os 14 e os vinte e quatro anos, um cancro primário e duas metástases em que se deixou a perna esquerda, o pulmão idem e um pedaço de fígado. Estudou a existência de hospital com os estudos e, logo em seguida, a instituição de ensino onde, limpo e, desenvolveu o grupo de teatro Os Pelones, do que neste momento saíram muitos sucessos teatrais e um enorme filme, Planta 4a (dirigida por Antonio Mercero). Agir é a tua paixão essencial e em seu defeito (não suporta os tempos falecidos do palco), escreve.

E o que escreve é um tipo de comédia “agridoce” que confunde realidade com ironia, semelhante ele confunde os motivos (a razão) com a sorte (acaso). P. Seria qualificado de publicar uma história sobre isto pessoas… normal? P. Há comédias em torno do câncer e todo o tipo de deficiência, o R. Sim: são filmes alegres, já que a vida é bem-humorado. Tenho diversos amigos coxos, cegos e surdos: vive com a perda, todavia não perder a alegria.

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São focos em redor dos que foram elaborados vários tópicos. No momento em que um filme aborda o câncer, a título de exemplo, só ensina o pânico e a agonia, não há nem sequer um momento feliz. O câncer te oferece uma potência interior grande, visto que você perde o terror da morte, para viver com ela e vê as coisas de outra maneira.

, E de outro tópico, P. Como temos de comportar-nos, portanto? R. O mais considerável é perguntar, pra tentar entender o que significa a perda, a que necessidades supõe. Se você comprendieras o fato de minha perna ortopédica, se olvidarías dela; ou seja, o contrário do politicamente exato.

P. Você se sente diferente? R. Sim, por ser engenheiro e trabalho de roteirista, no entanto não pelo motivo de me falte uma perna ou um pulmão. P. E por que tem tantos amigos coxos, cegos, surdos…? Você Cultiva a finalidade amizades com pessoas diminuídas? R. Não, me vêm dadas de minhas estadias no hospital: no momento em que passas em tão alto grau tempo ali acabou fazendo amigos. Me interessa esclarecer os defeitos pra devolver-lhes o teu significado. P. Como é que precisa de se falar: compensados, portadoras de necessidades especiais, diferentes, estranhas…? R. eu amo de chamá-los especiais. A deficiência é uma categoria que ganha a sociedade. Eu não tenho ouvido musical, o

E faço tudo sem uma perna, como um cego, todavia nós somos especiais. P. o Que você descobre da alteração de denominação constitucional, de diminuído a pobreza: uma pretenção nova ou fácil maquiagem? R. Não há falta o câmbio, nem sequer há a inevitabilidade de um nome, porque a impressão que eu tenho é que nos estão baixou de categoria. O considerável é que cada coletivo, cegos, surdos, coxos… diga de tua perda, sem horror, com normalidade, o mesmo tem que ser feito com o câncer.

P. Enrique Vila-Matas citação de André Guide em O mal de Montano: “As doenças são chaves que conseguem abrir novas portas. Há um estado de bacana saúde, que não nos permite captar tudo”. R. Sim, vai por aí. Ademais, o câncer é uma doença coral, que afeta não só o doente, porém a todo o seu local. É uma competição diária e intensa da existência que te abre portas que jamais poderia abrir por si mesmo. Eu deixei o colégio, com 13 anos, não voltei a classe até a escola, e o meu universo, e todos os meus referentes mudaram; tive a legal ou a má sorte de ter uma juventude contrário.

P. Albert, todas as suas ficções, até agora, partem da tua experiência pessoal: Como o teatro achei a perfeita mistura entre ficção e realidade. P. No vídeo que vai dirigir, que fração de uma peça de teatro dele (Não me pergunte que te beijar, visto que você besaré), o protagonista aprende a admirar seus problemas de um a outro lado dos deficientes mentais: o